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| Muralhas e pátio da fortaleza central, sede do reino |
Edificada sobre um grande platô, a estratégicos 950 metros acima do nível do mar, a cidade é privilegiada por sua localização, nunca tendo registrado em sua longeva história uma invasão sequer.
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| Muralhas e pátio da fortaleza central, sede do reino |
Edificada sobre um grande platô, a estratégicos 950 metros acima do nível do mar, a cidade é privilegiada por sua localização, nunca tendo registrado em sua longeva história uma invasão sequer.

Conhecida como a "Cidadela do Cântico dos Ventos", Thalorien recebeu esse título devido à estratégia engenhosa que os elfos usaram para se defender das inúmeras hordas de Orcs, as quais se lançaram contra a fortaleza élfica, na Guerra dos Ossos [1], há 4000 anos atrás. Durante o cerco, os místicos da cidade usaram cânticos antigos, herdados dos Eldares Alados (vulgarmente chamados de "anjos"), e que canalizavam o poder do vento, transformando-o em uma arma voraz e destrutiva. Esses cânticos repeliram os invasores e tornaram-se um símbolo da união e do espírito indomável dos elfos do norte.
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| Imagem conceitual. |
No coração de Greza, o Grande Sepulcro se destaca, um monumento à necromancia que os Cinzentos praticam com reverência e habilidade. Este é um dos covis que os filhos depravados dos Nidares caídos se reúnem para estudar e aprimorar suas artes sombrias, cercados por bibliotecas de pergaminhos antigos e salões ecoantes onde os mortos são convocados para servir. O ar é impregnado com um aroma lúgubre, e uma quietude sobrenatural prevalece, como se a própria cidade estivesse em um estado de meditação eterna.
Apesar de sua reputação sombria, Greza não é sem beleza. Os jardins de ossos, meticulosamente arranjados com os restos dos inimigos caídos, florescem com flores desérticas raras que brotam entre as costelas e crânios ali cultivados. Estas flores são cuidadas pelos Cinzentos como um lembrete da morte que dá vida, um ciclo eterno que sustenta sua existência e poder. Elas são usadas para fabricação de poções e outros artefatos arcanos.
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| Humano, Cinzento e Mago |
Os Homens levam muito a sério seus padrões de moralidade. Sua cultura é completamente baseada sobre esses valores, que variam pontualmente, a depender da localidade, do povo ou da religião professada. Não que isso seja um problema, mas delineia exatamente a fronteira ética entre suas sociedades.
Mas um mago não se pode dar a determinados luxos. A pele manchada pelas marcas das partículas barah, já causam estranheza o suficiente. Imagine se um velho, de um povo pouco conhecido, começar a dar palpites sobre o nome de estabelecimentos!